sábado, janeiro 22, 2022

Servidores e Virtualização




Servidores e Virtualização

    A Virtualização de Servidor é a criação de um servidor virtual que irá comandar e dividir um ou mais servidores físicos de acordo com a necessidade. Dessa forma, múltiplos sistemas operacionais podem ser executados em um mesmo Hardware. 
    A DevOps Systems é especializada em projetos de virtualização com os principais players do mercado Hyper-V Server. 
    Temos especialistas em Virtualização prontos para ajudar sua empresa a migrar seu ambiente físico para virtual com o menor tempo de parada possível, todo o projeto é realizado por etapas seguindo rigorosamente um cronograma de execução. 
    Fazemos todo o acompanhamento após a entrega para corrigir possíveis problemas durante a homologação.

Vantagens:
  • Menor aquecimento e maior economia de energia
  • Redução de custos de aquisição e redução do espaço físico
  • Proxy para controle de sites por categoria, usuário e grupo, horário, etc.
  • Rápida recuperação de falhas, backup otimizado e recuperação de desastres fácil
  • Provisionamento rápido de novos aplicativos e servidores
  • Independência de fornecedor
  • Ambientes de testes
  • Automatização de processos e contabilização de recursos
  • Isolamento de serviços e aplicações
  • Migração para a computação em nuvem facilitada
  • Taxa de utilização do hardware acima de 65%
  • Menor custo de Aquisição
  • Recuperação de desastres otimizadas
  • Ambientes de teste disponibilizados rapidamente
  • Backup em Nuvem em bloco
  • Replicação de maquinas virtuais para Hardware diferentes
  • Melhor aproveitamento de Infraestrutura
  • Menor espaço físico necessário.
Quer Saber mais sobre virtualização? 

Faça contato com um Consultor em TI da DevOps Systems Consultoria em TI e tenha todos detalhes que precisa.

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CASB: por que você deve ter atenção a isso?

 


CASB: por que você deve ter atenção a isso?

Se você ainda está se familiarizando com as inúmeras terminologias de TI e suas aplicações no ambiente de trabalho, é melhor incluir mais uma na lista: CASB. 

Do inglês “Cloud Access Securtity Broker", ou corretor de segurança de acesso à nuvem, trata-se de um software de verificação de políticas de segurança que ajuda empresas a controlar o acesso e uso da nuvem por colaboradores e parceiros.

Em outras palavras, o CASB garante que os serviços em nuvem da organização sejam utilizados de maneira adequada, permitindo o monitoramento das atividades do usuário e de dados confidenciais mesmo fora dos perímetros físicos do negócio.

Como é o funcionamento do CASB

Os sistemas CASBs atuam como um tipo de filtro, proxy e firewall, sendo hospedados no local ou remotamente. A partir daí, qualquer usuário autorizado pode acessar os serviços por meio da nuvem.

Os corretores de segurança reforçam as políticas de segurança da organização, detectando aplicações em nuvem não homologadas pela TI, assim como dados sensíveis que estão em trâmite. Sendo assim, lidam com funcionalidades de segurança como criptografia, registro de alerta, autenticação e autorização, prevenção e detecção de malware, entre outros.

Pode até parecer que o CASB seja uma roupagem nova para soluções já existentes, mas na verdade a tecnologia se distingue das demais aplicações de segurança por apresentar IDaaS (identidade como serviço), WAFs (web application firewalls), secure web gateways e firewalls corporativos.

Outro aspecto do sistema CASB é a existência de conectores e integrações nativas com soluções de produção, como Microsoft 365 e GSuite, além de serviços de armazenamento em nuvem, como OneDrive, Google Drive, Box e Dropbox.

Com o crescimento de serviços em nuvem nas organizações, muito se tem trabalhado para garantir a proteção do ambiente virtual, tornando o CASB um software determinante para a segurança do mundo corporativo.

Ao implantar um corretor de segurança de acesso à nuvem, o gestor de TI deve observar se a aplicação apresenta os quatro pilares necessários para um programa efetivo de segurança cibernética. 

Veja quais são:

Visibilidade

Essa função tem o objetivo de deixar visível todos os serviços em nuvem, uma forma de controle de dados e de proteção contra a Shadow IT (projetos gerenciados sem o conhecimento da TI). A implantação do CASB permite descobrir programas que estão rodando de maneira clandestina, encontrar redundância e até mesmo custos adicionais de licença.

Outro ponto significativo desse pilar é que ele não apenas permite e proíbe a utilização de serviços, mas coloca critérios sobre as atividades. Dessa maneira, a TI pode, por exemplo, conceder acesso irrestrito ao Microsoft Office 365 para usuários que fazem uso de dispositivos corporativos, mas liberar apenas o e-mail via browser em aparelhos fora do gerenciamento da empresa.

Conformidade

Toda organização possui suas próprias regras e políticas de segurança. Por isso, à medida que dados e sistemas são migrados para a nuvem, eles precisam estar em conformidade com as regulamentações criadas.

O CASB garante essa conformação, protegendo dados pessoais e corporativos sob forte estrutura de governança de segurança em nuvem e regulação.

Segurança de dados

Detectar vazamentos de dados é uma funcionalidade importante para as empresas. Afinal, nenhum gestor quer ter suas informações sensíveis sendo utilizadas indiscriminadamente por cibercriminosos. 

O CASB utiliza DLP (Data Loss Prevention) em nuvem, que reduz a superfície de ataque ao usar contexto como usuário, localização, horário e tipo de atividade, entre outros, como métrica de prevenção. 

Dessa maneira, quando um conteúdo sensível for sinalizado na nuvem, o CASB transfere as suspeitas de violação para que seus sistemas locais rodem uma investigação posterior. Assim, o software atua como mediador, identificando e interrompendo qualquer operação maliciosa antes que ela impacte o andamento do negócio.

Proteção contra ameaças

Quando o assunto é proteção digital, existe uma falsa sensação de segurança nesse ambiente, principalmente nos pequenos e médios negócios, que acreditam que soluções mais simples podem salvá-los das ameaças.

O problema é que as empresas precisam garantir que os próprios funcionários não estejam realizando ações arriscadas no meio corporativo, introduzindo ou propagando malware e ameaças na nuvem ao compartilhar ou fazer upload de um arquivo infectado.

O CASB é uma solução que defende o ambiente cloud em uma organização ao corrigir ameaças em tempo real, quando um usuário tenta baixar arquivos maliciosos ou acessar serviços em nuvem não autorizados.

 

Para a sua empresa, que já faz uso de uma série de recursos de proteção em TI, o CASB vem somar e garantir a eficácia da segurança  das organizações, sendo uma aplicação essencial para gerenciar riscos e controlar as vulnerabilidades dos sistemas.

Quer entender melhor sobre o corretor de segurança de acesso à nuvem?


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quinta-feira, janeiro 20, 2022

Qual o melhor backup em nuvem para a pequena empresa?

Qual o melhor backup em nuvem para a pequena empresa?

Uma das melhores soluções tecnológicas criada nos últimos tempos é o backup em nuvem. Com ele, as informações mais importantes e sigilosas do seu negócio ficam seguras e podem ser acessadas de qualquer lugar.

E a gestão não precisa ficar preocupada com a proteção dos dados todas as vezes que tiver um incidente no espaço físico da organização, como pico de energia, queda de equipamentos ou até mesmo roubo de notebooks. A nuvem salva tudo!

Entenda o que é backup em nuvem

O backup em nuvem, também conhecido como cloud backup, é um serviço de armazenamento remoto. Geralmente fica em ambiente contratado de um fornecedor de serviços e funciona como um replicador virtual de informações importantes.

Na maneira tradicional de armazenamento, faziam-se inúmeras cópias de segurança em CDs, pendrives e HDs externos. Hoje, com o backup em nuvem, todos os dados do computador ficam salvos em vários servidores remotos, através da internet. Ou seja, mesmo que o computador seja extraviado, que o prédio pegue fogo ou que todos os dispositivos sejam perdidos em uma enchente (não queremos que aconteça nunca, mas vai saber!), suas informações vitais vão estar protegidas.

Além da segurança, o backup em nuvem traz uma série de outros benefícios  para as empresas, como:

  • Backups automáticos que sincronizam e atualizam constantemente os dados;
  • Acesso a qualquer momento e em qualquer lugar do mundo;
  • Gastos proporcionais à quantidade de recursos utilizados;
  • Capacidade de expansão;
  • Menor custo com instalação e manutenção de sistemas.

Não é novidade que o backup em nuvem serve de atalho para o aprimoramento do setor de TI, certo? No entanto, a dúvida que fica é: para usufruir de todos esses benefícios, qual a melhor tecnologia em nuvem que agrega valor à pequena empresa?

O mercado oferece muitas opções de ferramentas de cloud backup. Aqui, iremos listar aquelas que consideramos as melhores para o mundo corporativo focado em PMEs.

Google Drive

Esse é um serviço de armazenamento e sincronização da Google que oferece acesso seguro e criptografado aos arquivos. Todos os itens compartilhados são verificados automaticamente e removidos quando detectado malware, spam, ransware ou phishing.

O armazenamento é gratuito até 15 GB, o que pode ser o suficiente para um pequeno negócio. Contudo, esse espaço também abriga informações de outros serviços, como Gmail e Google Fotos. Se precisar de mais armazenamento, é preciso fazer um plano de assinatura no Google One, escolhendo entre as opções de 100 GB, 200 GB e 2TB. 

OneDrive

Essa plataforma de serviço em nuvem da Microsoft faz backup automático de fotos e vídeos do seu telefone, recebe notificação quando um documento compartilhado é editado, acessa pastas inteiras no aplicativo sem estar online e marca, assina e envia documentos diretamente do aplicativo móvel do OneDrive.

A plataforma oferece gratuitamente 5 GB de armazenamento em nuvem, mas a empresa pode fazer uma assinatura do Microsoft 365 e obter 1TB de espaço.

iCloud

O iCloud da Apple possui integração com as demais ferramentas da marca, disponibilizando um espaço de 5GB gratuitamente. 

Dentre as muitas vantagens da tecnologia está a autenticação de dois fatores, uma proteção extra que permite que só você acesse sua conta. Em outras palavras, a conexão com os dados fica restrita a aparelhos da sua confiança, como o seu iPhone, Mac ou iPad.

Mega

Outro serviço de armazenamento em nuvem, considerado um dos melhores para PMEs, é o Mega. Nele, as informações são criptografadas de ponta a ponta, com links protegidos por senha e suporte à disposição 24 horas por dia, 7 dias na semana, entre outros benefícios.       

Um dos diferenciais do Mega é a capacidade de armazenamento gratuito de 20GB para todos os usuários, oferecendo planos pagos para quem deseja limites bem maiores.

Além dessas, existem outras ferramentas no mercado com características semelhantes, como Azuri, Dropbox e Acronis. De qualquer forma, não é por falta de opções que sua pequena empresa vai deixar de aderir ao backup em nuvem.

A escolha vai depender do orçamento da organização, do sistema de proteção da ferramenta, frequência dos backups, se os sistemas de escalabilidade são ideais para o crescimento do seu negócio e se os recursos disponíveis atendem às suas demandas.

Muitas vezes, um pequeno negócio não possui uma visão de TI necessária para contratar serviços de Backup, focando muito mais na questão dos valores financeiros.

quarta-feira, janeiro 19, 2022

Mitos e verdades sobre cloud computing

 




O mundo está nas nuvens! E  isso não é papo de quem viaja na maionese, mas sim de quem entende de inovação. A tecnologia deu um salto tão grande nos últimos anos que substituiu toda uma estrutura física, que ocupava um espaço gigantesco nas empresas, por servidores virtuais.

A cloud computing é uma realidade no Brasil e no mundo. Prova disso é que as projeções, de acordo com a consultoria Gartner, apontam que a computação em nuvem deve crescer 55% até 2022, enfatizando que 70% das empresas estarão trabalhando totalmente em nuvem.

Por mais que as pesquisas apontem para o avanço dessa tecnologia, muitos gestores ainda ficam receosos com a migração - uns por não conhecerem direito a ferramenta, outros por lerem muitas inverdades na internet. 

Para esclarecer de uma vez por todas o que é e como funciona a cloud computing, preparamos uma relação com alguns mitos e verdades sobre o assunto.

Desvendando a cloud computing

De maneira geral, cloud computing é uma tecnologia que utiliza a conectividade e a internet para hospedar vários recursos de TI. Dessa maneira, comprar servidores e datacenter é coisa do passado: a computação em nuvem revoluciona a forma de adquirir serviços tecnológicos, pois o usuário só paga por aquilo que usa. 

Por ter como característica a escalabilidade, existe a liberdade de aumentar ou diminuir a sua utilização conforme demanda.

Para exemplificar o conceito, venha conhecer o que se fala sobre a computação em nuvem:

A nuvem é muito cara: Mito!

Por ser uma tecnologia mais recente, os gestores acabam adiando a implantação do cloud computing a partir da falsa ideia de que o processo em nuvem é muito caro.

Na verdade, é o contrário. O sistema em nuvem consegue eliminar alguns custos que antes eram embutidos nos serviços, como salários de profissionais para administrar datacenter e a compra de recursos físicos para suportar as devidas atualizações. Com o cloud computing tudo é mais flexível e a empresa só paga por aquilo que usar.

Proporciona mais segurança: Verdade!

Uma das grandes preocupações dos gestores é a segurança dos dados corporativos, já que, uma vez ausente, isso pode levar a perdas financeiras, roubos e sequestros de informações sigilosas. A consequência é o descrédito da marca.

Se pensarmos em uma estrutura local, a probabilidade desses eventos acontecerem é grande, visto que  a companhia precisa adquirir todos os recursos de segurança, além de profissionais especializados para monitorar as invasões.

Na infraestrutura em nuvem tudo é remoto, sendo a segurança monitorada pela empresa fornecedora do serviço, que conta com as melhores soluções de proteção de dados corporativos.

É direcionado para grandes empresas: Mito!

Infelizmente, o mercado de TI mantém muito o foco das inovações nas grandes empresas, dando a falsa impressão de que as menores não são contempladas pelas novas tecnologias.

O que acontece é que a infraestrutura em nuvem não faz distinção entre portes de negócio. Por ser flexível, ela atende qualquer empresa, independentemente do tamanho. Isso é facilmente visto nas startups em estágios iniciais de desenvolvimento, que rodam todas as suas aplicações e serviços em ambientes virtuais. De certa forma, é isso que facilita o seu crescimento, uma vez que a cloud é escalável e de fácil gerenciamento.

É mais um modismo tecnológico: Mito!

Algumas soluções relacionadas à TI podem até ser de uso temporário, mas a realidade da computação em nuvem é bem diferente. Ela veio para ficar.

De acordo com a consultoria Gartner, a adoção da tecnologia em nuvem tende a crescer nos próximos anos. Por conta de suas opções avançadas, o ambiente é o mais recomendável para armazenamento de dados críticos, além de conectar soluções de Internet das Coisas e Inteligência Artificial.\

 

Não deixe que a dúvida ou a falta de informação impeça sua empresa de crescer. O cloud computing permite armazenar dados importantes, como folhas de pagamento, registro de vendas e cadastro de produtos de forma segura e sem ocupar espaço nas máquinas. Por isso, é uma escolha certeira - e bem econômica.

Quer saber mais? 

Entre em contato com os consultores da DevOps e vamos conversar a respeito!

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Tudo sobre SD-WAN

 

Tudo sobre SD-WAN

Muitas soluções estão sendo desenvolvidas, no setor de TI, para garantir a excelência da operacionalização dos processos.É o caso do SD-WAN, um dispositivo que favorece a infraestrutura ágil e segura em muitos cenários.

SD-WAN, do inglês Software-Defined Wide Area Network, é uma abordagem em que as definições de tráfego são controladas por aplicação de forma a criar uma sobreposição virtual, permitindo conectividade nas redes WAN.

Entenda o funcionamento do SD-WAN

Hoje em dia, as empresas trabalham com dois aspectos muito importantes: mobilidade e produtividade. Ou seja, pode-se trabalhar em qualquer lugar do planeta, sem perder o foco nas tarefas. Para que tudo se cumpra dentro do prazo, custo e qualidade esperados, os gestores investem em novas soluções para que os sistemas fiquem mais ágeis.

A demanda por largura de banda vem aumentando gradativamente. Afinal, praticamente todas as atividades necessitam de rede para serem viabilizadas, principalmente com a migração para a nuvem. Isso acaba deixando as empresas vulneráveis em relação a contratos mais rígidos de largura de banda e conexões limitadas e pouco confiáveis.

Uma rede SD-WAN pode resolver esses e outros desafios, permitindo que a TI aproveite a banda de baixo custo sem baixar a qualidade dos serviços. Acontece que a rede corporativa contempla uma arquitetura que controla de forma centralizada todo o sistema, que chamamos de SDN ou Rede Definida por Software.

Todo o gerenciamento da rede é realizado através da SDN, mas esse processo não é tão simples, já que existem redes externas e outras configurações envolvidas. Por meio do SD-WAN, a SD se transforma em uma aplicação que pode usar uma WAN associada ao VPN, IP para internet, wireless 3G e 4G, entre outras.

Em outras palavras, as soluções de rede definidas por SD-WAN alteram os recursos da empresa utilizando a WAN corporativa e, também, a conectividade multi-nuvem, oferecendo um desempenho de alta velocidade para as aplicações na borda WAN.

É por isso que uma das vantagens do SD-WAN é oferecer uma variedade dinâmica de caminhos entre as opções de conectividade, permitindo que as empresas acessem, com rapidez e simplicidade, as aplicações de nuvem essenciais para o negócio.

Vantagens da SD-WAN

O fato é que a SD-WAN tem se tornado popular no mundo corporativo, uma vez que gestores buscam conectividade rápida, escalável e flexível entre diferentes ambientes de rede, reduzindo o custo total de propriedade e preservando a experiência do usuário.

Contudo, implementar a solução errada em sua empresa pode reduzir a capacidade de adaptação rápida às mudanças nas demandas comerciais, podendo gerar novos problemas de segurança.

A solução de SD-WAN da Fortinet conecta o usuário a qualquer aplicação, independente do lugar em que esteja, atuando do data center à nuvem. Dessa maneira, o recurso define de forma inteligente o caminho que melhor atende as necessidades de desempenho de um aplicativo específico.

Além disso, a SD-WAN oferece outros benefícios para a gestão de TI de uma organização. 

Veja:

Economia

A conexão com a internet é muito mais disponível, rápida de implantar, segura, confiável - e a preço de internet comum.

Reconhecimento de aplicativo

Identifica os aplicativos de forma inteligente já no primeiro pacote de tráfego de dados. A TI consegue visualizar todas as informações necessárias que dizem respeito a quais aplicativos são usados com mais frequência por toda a empresa, ajudando a gestão a criar políticas de segurança mais estratégicas.

Seleção de caminho dinâmico

As soluções de SD-WAN identificam aplicativos de forma inteligente, determinando a melhor direção a ser seguida para maximizar a funcionalidade. Além disso, existe o recurso de auto recuperação que direciona o tráfego automaticamente para o próximo link disponível, melhorando a experiência do usuário e o desempenho das aplicações.

Implantação de toque zero

A SD-WAN proporciona controle e segregação do plano de dados com o objetivo de garantir gerenciamento e organização centralizados. Assim, viabiliza implantações mais rápidas, com recursos de provisionamento de toque zero e em escala. 

 

Escolher a melhor SD-WAN  para a sua TI pode fugir da expertise do seu negócio - e implementar soluções sem o mínimo de referência pode custar caro para a gestão.

segunda-feira, novembro 15, 2021

Como o Power BI potencializa as decisões comerciais

 





Já parou para avaliar a quantidade de informações que as empresas manipulam diariamente? Com o passar do tempo, esse número aumenta consideravelmente, tornando praticamente inviável o controle em planilhas eletrônicas.

As organizações precisam manter o foco no resultado de suas atividades-fim, sem ficar horas e horas na busca de informações em tabelas, papéis ou outras fontes de consulta.

É aí que queremos chegar: para dar um jeito nessa demanda, eis que surge o Power BI, ferramenta da Microsoft que organiza os dados de maneira simples, ágil e inteligente.

O que vem a ser o Power BI?

O Power BI é uma solução da Microsoft voltada para o conceito de Business Intelligence com o objetivo de coletar, tratar e organizar todos os dados de uma organização. A partir daí, garante-se a interpretação adequada de grandes volumes de informação.

A plataforma avalia e visualiza dados com a finalidade de apoiar as decisões corporativas. Sendo assim, ela conecta os dados utilizando uma aplicação unificada e escalonável para BI (Business Inteligence) empresarial e por self-service, ajudando o usuário a obter insights mais aprofundados sobre os dados.

Um dos diferenciais da ferramenta é que ela transforma os dados em algo visual, coerente e com métricas, consolidando informações que se encontram em diversas fontes, como o Excel e arquivos em nuvem.

Em outras palavras, o Power BI é uma aplicação de análise de dados que combina diferentes softwares, apps e conectores para cruzar referências de diferentes fontes e convertê-las em informações específicas e coerentes. 

Por que o Power BI melhora a tomada de decisão?

Na hora de tomar uma decisão ou fechar um negócio comercial, em que você se baseia: dados pregressos ou achismo e esperança? Pelo bem da sua empresa, esperamos que seja a primeira opção! Não é possível vender, comprar, assinar contratos, modificar processos, aumentar ou diminuir o quadro de pessoal, entre tantas outras atribuições, com base em informações pontuais ou no pensamento desejoso que tudo dê certo.

Uma boa gestão necessita de elementos sólidos para lidar com as mudanças rápidas do mercado, garantindo decisões mais acertadas para o negócio. Nesse sentido, o Power BI é a ferramenta que vai respaldar suas deliberações, auxiliando  o desenvolvimento e sucesso da empresa.

Isso é possível porque a aplicação faz parte de um sistema confiável e versátil que se conecta aos conteúdos salvos em nuvem, como Google Analytics, SalesForce, Facebook e Mailchimp. Juntas, as ferramentas agregam dinamismo à rotina de trabalho e contribuem para a solução imediata de questões corporativas.

Por ser uma aplicação que integra várias outras desenvolvidas pela Microsoft, o Power BI oferece algumas vantagens para a gestão de negócios.

Vamos a elas: 

Visualização dos dados

Analisar dados é uma tarefa complexa; é preciso ter a noção do todo para chegar nos detalhes. Quando se trabalha com ferramentas isoladas, com cada uma fornecendo uma referência, e com pouca ou nenhuma interação, é bem provável que o diagnóstico final não seja tão satisfatório quanto se espera.

O Power BI traz o melhor dos dois mundos: estatística e interatividade. Isso porque o software torna mais fácil a interpretação dos dados, pois possibilita a visualização e cruzamento de dados em diferentes plataformas.

Dessa maneira, se você comercializa determinado produto para vários países, por exemplo, é mais fácil fazer o comparativo ao acessar o mapa com os dados de vendas do último trimestre. Ainda é possível abrir as informações por continente e até mesmo por país, caso seja necessário. 

Essa visualização contribui para uma tomada de decisão mais assertiva, permitindo ao gestor ver com mais clareza as oportunidades e vulnerabilidades de cada região.

Alcance de bons resultados

Erros na interpretação de dados é mais comum do que a gente pensa - e podem ser fatais para os negócios. Quantos exemplos temos de organizações que falharam na análise das informações e depois tiveram que arcar com altos prejuízos financeiros e de imagem?

Por ser uma ferramenta que faz análise de dados vindos de outros sistemas, o Power BI da Microsoft reduz bastante as chances de falhas, que passam a ser quase inexistentes. 

Assim, aumenta-se a probabilidade de alcance de ótimos resultados.

Permite melhor experiência no processamento de dados

O Power BI não se comporta como outras plataformas ao se deparar com uma grande quantidade de informações. Ele processa os dados com mais rapidez e sem as dificuldades apresentadas por outras soluções.

Dessa forma, o sistema permite que o usuário obtenha insights de dados, transformando-os em ações concretas para a tomada de decisão. Isso só é possível graças aos recursos personalizados capazes de criar painéis e gráficos que ajudam as empresas a entender melhor o mercado.

O Power BI é a plataforma do momento, sendo utilizada por inúmeras organizações do Brasil e do mundo, não apenas por fazer análises confiáveis, mas, também, por dispor de recursos que mantêm os dados em segurança. Alguns exemplos são o rótulo de confidencialidade, criptografia de ponta a ponta e monitoramento de acesso em tempo real.

domingo, setembro 26, 2021

Ataque DDoS: saiba como proteger sua empresa!

 





Diariamente, sites e páginas na web estão expostos a inúmeros riscos em relação a sua segurança e privacidade. Uma prática usada por criminosos virtuais são os ataques DDoS, um dos desafios de gestores de TI.

A prática, que também é conhecida como ataques distribuídos de negação de serviços, pode comprometer a segurança do sistema da sua empresa. Entenda como acontece esses ataques e de que maneira podem afetar sua empresa na publicação. 

Como funciona um ataque DDoS?

A partir de uma sobrecarga, acontece o ataque DDoS. Com várias requisições de acesso ao mesmo tempo a um site, essa ação tem a finalidade de abalar ou até mesmo de impossibilitar a entrada em uma página na web. 

Essa ação acontece da seguinte forma. Um criminoso faz inúmeras solicitações simultâneas para um site. Ou seja, se antes havia apenas 100 usuários acessando uma página, esse volume salta para as dezenas de milhares. 

Devido ao grande volume de entradas na página, alguns recursos do site são afetados. Por exemplo, o site tem problemas no processamento do servidor e até a obstrução da conexão com a rede. 

Esse grande volume de acessos coordenados nem sempre está associado a máquinas com bom funcionamento. Em muitos casos, são usados computadores infectados por algum programa malicioso, o que torna a máquina um zumbi. 

Assim, é preciso apenas que o criminoso escolha qual será a página atacada para, a partir disso, ordenar os milhares de acessos simultâneos. Os alvos comuns desses criminosos são cassinos online, lojas virtuais ou empresas que dependem de serviços online. 

O ataque acontece porque os servidores possuem uma quantidade limitada de solicitações de acesso ao mesmo tempo. Quando esse valor é maior que a capacidade, o site pode ter uma resposta mais lenta ou ignorar as solicitações dos usuários.

Os perigos do ataque DDoS

Essa ação criminosa já foi mais comum do que você possa imaginar e já fez inúmeras vítimas. Um dos casos famosos envolvendo essa atividade aconteceu na virada para 2016, com a corporação pública British Broadcasting Corporation, a BBC. 

O ataque sofrido pela rede derrubou os servidores do website por quase três horas. Além disso, aconteceram algumas sequelas na página que perdurou por alguns dias. Nesse ataque os websites hospedados pelo portal BBC, como o serviço de televisão, ficaram offline. 

Uma das principais dificuldades desse crime é conseguir identificar o autor dos ataques. Além de derrubar o servidor, a prática de DDoS pode deixar brechas que deixam a página mais vulnerável. 

Várias razões são atribuídas a esse tipo de crime. O sequestro de dados, que podem ser devolvidos apenas após o pagamento, ou até mesmo empresas concorrentes antiéticas. 

Vale destacar que qualquer página na web pode ser vítima desse tipo de crime. Por isso, é fundamental ter pessoas preparadas que saibam lidar com esse tipo de ataque que pode afetar  a segurança do site da sua empresa. 

Engenharia Social: saiba como se proteger sua empresa

 




Quando falamos de roubo de informações, provavelmente, a imagem que surge é de aparelhos sofisticados e grandes códigos. Entretanto, o rapto de dados pode acontecer de forma mais simples, como na engenharia social. 

A prática de engenharia social envolve técnicas de manipulação em que indivíduos passam informações confidenciais para criminosos. Em muitos casos, as vítimas repassam dados por acreditar que não são importantes. 

Existem diferentes tipos de informação que os criminosos procuram. Elas vão desde o repasse de senhas, dados bancários e até  o acesso a computadores pessoais. Nesse último caso, os criminosos instalam sem o consentimento da vítima software malicioso. 

Como funciona a engenharia social?

Em vez de testar senhas para acessar uma conta, os criminosos usam a confiança do usuário nessa prática. A partir dos dados cedidos, eles encontraram formas de invadir um sistemas ou roubar dados. 

Para isso, o infrator engana e manipula as pessoas. A partir disso, a vítima fornece informações. Por essa razão, é fundamental desconfiar de quem solicita o acesso a dados pessoais. 

Antes de passar qualquer informação, é importante questionar se, quem te pede aquela informação, é realmente a pessoa que você imagina. Casos envolvendo esquema de engenharia social são mais comuns do que imaginamos.

No ano passado, por exemplo, a empresária Barbara Corcoran, que participa do programa de televisão Shark Tank teve um prejuízo de quase 400 mil dólares. O golpe aconteceu quando um cibercriminoso fingiu ser o assistente de Barbara.

O criminoso usou técnicas de engenharia reversa e criou um e-mail semelhante ao da assistente de Barbara. Ele solicitou ao contador o pagamento de um imóvel.  A empresária só descobriu o golpe após o contador entrar em contato perguntando sobre a operação. 

3 golpes comuns que usam engenharia social

Para não ser vítima de um golpe, é importante observar o contexto que recebeu a mensagem, quem a enviou para depois tomar uma decisão. Para isso, te apresentamos algumas estratégias comuns aplicadas por criminosos e como evitá-las. 

Receber uma mensagem de fonte confiável 

Muitos golpes usam a prática de phishing, que é uma estratégia em que os criminosos virtuais imitam uma fonte confiável. Para isso, ele utiliza algumas técnicas como o endereço de e-mail de uma empresa confiável ou de uma pessoa próxima.

Mensagens te notificando de irregularidades, com layout semelhante ao da empresa, por exemplo, são algumas práticas adotadas por criminosos no phishing. Outra estratégia é o envio de mensagens ou e-mails que se assemelham à comunicação da instituição. 

Também é comum que os criminosos enviem mensagens notificando que você ganhou algum sorteio. Nesse caso, para resgatar o “prêmio”, é necessário ceder dados pessoais. Também é comum o pedido de doação de dinheiro para causas humanitárias ou desastres. 

Links e solicitação de dinheiro de amigos

A conta de uma pessoa próxima a você pode ser invadida por um criminoso.  Nesse golpe, o indivíduo pode te encaminhar links com softwares maliciosos ou até mesmo pedir dinheiro. Essa última prática tem acontecido em aplicativos como WhatsApp. 

Um amigo tem sua conta na rede social invadida por criminosos. Sem a pessoa saber, o infrator encaminha mensagens para os contato. O invasor pode, por exemplo, inventar uma história para sensibilizar os contatos de maneira que, ao pedir dinheiro, a pessoa encaminhe. 

Proposta ou informações que o usuário almeja

Além da invasão de contas, esse caso envolve a divulgação de produtos, serviços ou informações que o usuário busca no momento. Como uma isca, o criminoso pode usar, por exemplo, a possibilidade da pessoa baixar um filme ou até uma proposta com maneiras do usuário ganhar dinheiro de forma rápida. 

Para isso, os criminosos podem usar também outras ideias para atrair o usuário, como por exemplo, um remédio milagroso. Após clicar no banner, um malware pode ser baixado e, assim, a pessoa e outros indivíduos próximos podem sofrer golpes. 

Práticas para evitar golpes de criminosos

Para não cair nas armadilhas de criminosos, é importante prestar atenção aos detalhes. Antes de clicar em qualquer link, veja quem é o destinatário que te enviou a mensagem. Suspeite de mensagens encaminhadas com informações que você não solicitou.

Tenha atenção e cuidado antes de baixar qualquer arquivo. Caso não tenha solicitado nenhum dados ou não conhece quem te encaminhou a mensagem, é aconselhável você não baixar. Outra dica importante é desconfiar de mensagens de sorteios e prêmios que você não participou. Dessa forma, você estará mais protegido de golpes. 

sábado, setembro 25, 2021

Troubleshooting: o que é e como aplicá-lo: o que é e como aplicá-lo

 



Problemas na conexão ou erros no sistema e no funcionamento da plataforma são contratempos comuns para a área de tecnologia da informação. Para lidar com esses transtornos, profissionais da área podem aplicar o  troubleshooting. 

Traduzido como “solução de problemas”, o conceito está relacionado a um conjunto de práticas que possui o objetivo de corrigir possíveis falhas na rede.  Essa ação é uma ferramenta que ajuda o profissional de TI a lidar com as ocorrências.

Dessa forma,  o troubleshooting envolve a resolução de ocorrências que afetam a infraestrutura de computadores e sistemas. O termo também está relacionado a problemas em produtos e serviços da rede. 

Como funciona o Troubleshooting?

Como já mencionamos, o conceito está relacionado a um conjunto de práticas que buscam solucionar falhas ou bugs. Seu objetivo é encontrar a raiz de uma problema. Dessa forma, o troubleshooting é como um esquema de ações responsável por orientar o TI.

Ele é como uma bússola que aponta para falhas e ajuda o profissional a corrigir o erro e retomar o funcionamento. Quando há uma falha na rede de conexão do escritório, por exemplo, esse recurso é usado para encontrar o que está atrapalhando esse processo.

A partir do diagnóstico, o profissional determina as ações para retomar o funcionamento. Entretanto, nem sempre esse processo é tão simples quanto parece. A resolução de falhas envolve, em primeiro lugar, o problema, o diagnóstico e, por último, o reparo. 

Otimização de tempo 

O problema é primeiro passo para a solução. A partir dele o profissional consegue mensurar o tempo que irá demorar para resolvê-lo. Além disso, nesse momento o profissional leva em consideração os custos das operações para o negócio.

Após encontrar o problema, o TI irá desenvolver o diagnóstico, fase que analisa o que está atrapalhando o funcionamento. Em seguida, é o momento de solucionar o erro com ações que condiz com a falha que foi encontrada. 

Para reduzir esse processo, empresas têm investido no Application Performance Management. Também conhecida APM, a ferramenta atua no monitoramento de aplicações, o que ajuda, por exemplo, a identificar os problemas de uma rede. 

Dessa forma, a APM reduz o tempo do troubleshooting, além de torná-lo mais eficaz. Isso porque os consultores de TI serão responsáveis por pensar em formas de resolver o problema e restaurar o sistema. 

Resolução de problemas: o que atrasa e agiliza

No processo de identificar e solucionar um problema, alguns dados e informações são capazes de otimizar ou até mesmo atrasar. Para agilizar esse processo, alguns pontos do sistema precisam ser examinados. 

Durante a análise de códigos, logs e silos, por exemplo, é fundamental ter uma equipe voltada para resolução ágil de falhas e bugs. Uma estratégia de análise para diminuir o tempo gasto na análise do erro é o log, um tipo de arquivo que registra tudo o que acontece no software.

Nele, você encontra informações de operações do sistema, como também dados de bugs que aconteceram nesse processo. Nesse momento, a APM é uma ferramenta que ajudará a compilar dados importantes do log. 

Além do log, outro agente que aparece na solução de problemas são os silos, responsável por armazenar dados de uma determinada área. Ou seja, os silos separam as informações por áreas como o setor administrativo e o financeiro. 

Além disso, os silos não possuem interconexões entre si, o que torna necessário analisar cada um para encontrar a causa do problema. Por conta dessa característica, os silos são agentes que tornam o processo de troubleshooting mais demorado.

Com essa publicação, você conheceu algumas informações básicas relacionadas ao processo de resolução de erros e bugs no sistema. Para tornar esse processo ainda mais rápido, é importante ter uma equipe qualificada para o trabalho. 

quarta-feira, setembro 22, 2021

HDD e SSD: saiba a diferença e qual usar no seu servidor



Na hora de decidir qual hardware de memória é a melhor opção para  sua empresa pode surgir seu primeiro dilema. Afinal, quem atenderá suas demandas, o HDD ou o SSD? Para te ajudar a entender a diferença entre os dois sistemas, vamos apresentar as funcionalidades de cada servidor. 

Antes de qual será usado, é importante ter em mente o que significa cada uma dessas siglas. O HDD é o Hard Disk Drive, já o SSD é a abreviação de Solid States Drive. Ambos os servidores atuam no armazenamento de dados.

HDD e SSD: como funciona 

Traduzido como unidade de disco rígido, o Hard Disk Drive é um modelo antigo criado em 1956. Nesse dispositivo, o processo de armazenamento utiliza pratos mecânicos e um cabeçote móvel. A partir da rotação dos discos metálicos, o braço móvel do HDD realiza a leitura e gravação dos dados.

A comunicação entre o computador e unidade de disco rígido pode usar dois modelos de transferência de dados: o Serial AT Attachment (SATA) e o Serial Attached SCSI (SAS). Enquanto o SATA possui mais capacidade de armazenamento, o SAS tende a ser mais confiável e rápido.

Devido a essas características, a aplicação desses modelos acontecem de duas formas diferentes. O SATA se detscada  em computadores e o SAS em servidores. 

Já o Solid States Drive armazena os dados em chips de memória, que são acessados de forma imediata. Para entender como funciona a memória SSD, preciso destacar como funciona seu processamento. A unidade de estado sólido possui vários chips que estão interligados com a memória flash.

Com tecnologia de memória semelhante ao pen-drive, a instalação os chips de SSDs acontece na placa-mãe de um sistema. Isso pode acontecer a partir de uma caixa adaptável no notebook ou com cartão PCI Express. 

Devido a essa característica do SSD, ele possui mais velocidade se comparado ao HDD. Um ponto em comum entre os dois tipos é a memória não-volátil. Ou seja, diferente da memória RAM, os dados de armazenamento na unidade não somem após a máquina ser desligada. 

Depois entender como funcionam os dois servidores de armazenamento, vamos te apresentar algumas características que são vantagens e desvantagens para cada opção.

Velocidade e custo

No momento de escolher qual dos servidores você usará na sua empresa, é preciso levar em consideração quais são as prioridades naquele momento. Para quem deseja mais velocidade ou um custo mais baixo, vamos apresentar um comparativo. 

Em relação ao custo, de forma geral, os servidores HDDs possuem um preço mais acessível em relação ao SDD. Enquanto o custo médio de cada gigabyte no SDD é, em média US$0,20, o HDD apresenta um valor de US$0,03 por gigabyte. 

Entretanto, se compararmos aspectos ligados à velocidade, o SSD sai na frente. O  Solid States Drive é bem mais rápido que o HDD. O servidor se destaca, principalmente, em operações sequenciais de leitura/gravação. 

Ao mover um arquivo maior, como um filme , o SSD normal  tem velocidade de MB por segundo de 500 MB/s. Já os HDDs mais antigos, podem fazer esse mesmo processo de copiar o arquivo com a velocidade de  30–150 Mb/s.

Em outros processos como ligar o computador, o SSD também possui velocidades superiores ao HDD. Portanto, se a necessidade do momento é agilidade, os SSDs são uma boa opção!

Capacidade de armazenamento

Se no momento a demanda para a empresa é por armazenamento, o HDD é uma boa opção para investir. Apesar dos avanços em relação à memória dos SSDs, o servidor ainda possui uma capacidade baixa se comparado com Hard Disk Drive. 

Um bom exemplo é analisar as opções de memória disponíveis no mercado para cada um dos servidores. Enquanto o HDD possui modelos com variações de 500GB a 2TB, no modelo SSD as opções disponíveis vão de 120GB a 1TB. 

Ainda no HDD, é possível encontrar modelos com 10 TB. Entretanto, esse modelos possuem um custo de aquisição muito mais alto. 

Depois de conhecer as vantagens de cada modelo, é o momento de escolher qual servidor usar na sua empresa. Caso tenha necessidade da consultoria de uma equipe de TI, entre em contato com a Devops Systems Consultoria.

terça-feira, setembro 21, 2021

Entenda a importância do RTO e RPO

Entenda a importância do RTO e RPO

Todos os dias, empresas de vários setores correm o risco de passar por situações de perigosas e nocivas para o seu funcionamento. Para manter as informações e dados seguros essas duas siglas são extremamente importantes: RTO e RPO. 

Relacionadas a processos onde pode acontecer a perda total de dados, os termos fazem parte das soluções de prevenção, como restore e o processo de backup. O RTO e o RPO são métricas que medem a eficácia de políticas internas voltadas para a proteção de dados. 

Por isso, são tão importantes para as empresas que priorizam a segurança. Afinal, toda a organização está exposta a situações que envolvem desde software maliciosos até a perda total de um sistema. 

O que são RTO e RPO? 

Como pontuamos anteriormente, as siglas estão ligadas a métricas. Dessa forma, o Recovery Time Objective, também conhecido pela sigla RTO, observa o tempo máximo que as informações de uma empresa ficarão indisponíveis até que aconteça a recuperação do backup.

Em contrapartida, o RPO é a abreviação de Recovery Pont Objective. Assim, a métrica apresenta o número de recursos mínimos que precisam ser recuperados no backup. 

Esse dados estão relacionados a forma como a organização regulamenta o armazenamento. Ou seja, de acordo com a frequência de backup, essa métrica pode medir também a quantidade de perda de dados com o acidente.

Os dois índices também são capazes de calcular o tempo que irá demorar para que seu negócio retomar as atividades. Alguns fatores são capazes de afetar o resultado final desse cálculo. 

Um bom exemplo é a quantidade de informações que precisam ser salvas, além da periodicidade adotada pela empresa no processo de backup. Dessa maneira, as duas métricas conseguem ajudar o líder de uma empresa a determinar a quantidade de arquivos que precisam ser salvos. 

Ou seja, o empreendimento pode optar pela retomada rápida das atividades ao recuperar apenas arquivos essenciais. Para o negócio também existe a possibilidade de salvar todas as informações e demorar mais tempo para voltar a rotina. 

A importância dos índices RTO e RPO para empresa

Por ser duas ferramentas capazes de mensurar riscos e cenários, o RTO e RPO são como um “norte”. Eles irão ajudar a empresa a planejar os próximos passos. Ao medir esses dois dados, as lideranças conseguem analisar o cenário após um caso de desastres. 

Com essas informações em mãos, o presidente de uma empresa, por exemplo, pode definir margens seguras para o retorno das atividades da empresa. Ele também pode prever os prejuízos do desastre para a empresa. 

Cada uma das siglas possuem ações diferentes no momento de acidentes. Enquanto o RTO atua na busca de soluções para minimizar os prejuízos com ações ágeis, o RPO se apresenta como um plano alternativo para a organização. 

Em um cenário de desastre para a empresa, o RTO irá sinalizar para estratégias que irão priorizar a  para a  recuperação de mais informações. Ou seja, a ação será  voltada para a redução de obstáculos. 

Por outro lado, o RPO aponta para algumas possibilidades que irão prezar a rapidez no retorno da rotina da empresa. Dessa forma, apenas dados mais importantes e fundamentais passarão pelo processo de backup. 

Além do RPO e RTO, outro processo fundamental é o desenvolvimento de um plano de recuperação para desastres.

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