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quarta-feira, setembro 22, 2021

HDD e SSD: saiba a diferença e qual usar no seu servidor



Na hora de decidir qual hardware de memória é a melhor opção para  sua empresa pode surgir seu primeiro dilema. Afinal, quem atenderá suas demandas, o HDD ou o SSD? Para te ajudar a entender a diferença entre os dois sistemas, vamos apresentar as funcionalidades de cada servidor. 

Antes de qual será usado, é importante ter em mente o que significa cada uma dessas siglas. O HDD é o Hard Disk Drive, já o SSD é a abreviação de Solid States Drive. Ambos os servidores atuam no armazenamento de dados.

HDD e SSD: como funciona 

Traduzido como unidade de disco rígido, o Hard Disk Drive é um modelo antigo criado em 1956. Nesse dispositivo, o processo de armazenamento utiliza pratos mecânicos e um cabeçote móvel. A partir da rotação dos discos metálicos, o braço móvel do HDD realiza a leitura e gravação dos dados.

A comunicação entre o computador e unidade de disco rígido pode usar dois modelos de transferência de dados: o Serial AT Attachment (SATA) e o Serial Attached SCSI (SAS). Enquanto o SATA possui mais capacidade de armazenamento, o SAS tende a ser mais confiável e rápido.

Devido a essas características, a aplicação desses modelos acontecem de duas formas diferentes. O SATA se detscada  em computadores e o SAS em servidores. 

Já o Solid States Drive armazena os dados em chips de memória, que são acessados de forma imediata. Para entender como funciona a memória SSD, preciso destacar como funciona seu processamento. A unidade de estado sólido possui vários chips que estão interligados com a memória flash.

Com tecnologia de memória semelhante ao pen-drive, a instalação os chips de SSDs acontece na placa-mãe de um sistema. Isso pode acontecer a partir de uma caixa adaptável no notebook ou com cartão PCI Express. 

Devido a essa característica do SSD, ele possui mais velocidade se comparado ao HDD. Um ponto em comum entre os dois tipos é a memória não-volátil. Ou seja, diferente da memória RAM, os dados de armazenamento na unidade não somem após a máquina ser desligada. 

Depois entender como funcionam os dois servidores de armazenamento, vamos te apresentar algumas características que são vantagens e desvantagens para cada opção.

Velocidade e custo

No momento de escolher qual dos servidores você usará na sua empresa, é preciso levar em consideração quais são as prioridades naquele momento. Para quem deseja mais velocidade ou um custo mais baixo, vamos apresentar um comparativo. 

Em relação ao custo, de forma geral, os servidores HDDs possuem um preço mais acessível em relação ao SDD. Enquanto o custo médio de cada gigabyte no SDD é, em média US$0,20, o HDD apresenta um valor de US$0,03 por gigabyte. 

Entretanto, se compararmos aspectos ligados à velocidade, o SSD sai na frente. O  Solid States Drive é bem mais rápido que o HDD. O servidor se destaca, principalmente, em operações sequenciais de leitura/gravação. 

Ao mover um arquivo maior, como um filme , o SSD normal  tem velocidade de MB por segundo de 500 MB/s. Já os HDDs mais antigos, podem fazer esse mesmo processo de copiar o arquivo com a velocidade de  30–150 Mb/s.

Em outros processos como ligar o computador, o SSD também possui velocidades superiores ao HDD. Portanto, se a necessidade do momento é agilidade, os SSDs são uma boa opção!

Capacidade de armazenamento

Se no momento a demanda para a empresa é por armazenamento, o HDD é uma boa opção para investir. Apesar dos avanços em relação à memória dos SSDs, o servidor ainda possui uma capacidade baixa se comparado com Hard Disk Drive. 

Um bom exemplo é analisar as opções de memória disponíveis no mercado para cada um dos servidores. Enquanto o HDD possui modelos com variações de 500GB a 2TB, no modelo SSD as opções disponíveis vão de 120GB a 1TB. 

Ainda no HDD, é possível encontrar modelos com 10 TB. Entretanto, esse modelos possuem um custo de aquisição muito mais alto. 

Depois de conhecer as vantagens de cada modelo, é o momento de escolher qual servidor usar na sua empresa. Caso tenha necessidade da consultoria de uma equipe de TI, entre em contato com a Devops Systems Consultoria.

quinta-feira, dezembro 14, 2017

DATA CENTERS

A modernização do data centers é essencial para assegurar sua máxima disponibilidade, eficiência e redução do impacto ambiental. Por isso, separamos nove recomendações essenciais para quem deseja planejar o processo de melhoria do seu centro de dados.

Confira as nossas dicas:
Definir a projeção de crescimento da organização: A projeção do crescimento futuro é muito importante para a escolha da arquitetura do data center que melhor equilibrará o custo, a eficiência e a confiabilidade, de acordo com suas prioridades. A ideia é projetar-se para os próximos 10 a 15 anos.

Considerar servidores virtualizados: Ter menos servidores não só consome menos eletricidade, como também utiliza menor infraestrutura de refrigeração, o que consome menos energia, portanto a eficiência energética se multiplica pelo data center.

Avaliar se a computação em nuvem é uma opção: Esta é uma decisão estratégica, especialmente nas instituições governamentais que são encarregadas da segurança nacional ou quando manejam dados confidenciais dos contribuintes. A recomendação é que dados sensíveis a ataques cibernéticos fiquem em data centers próprios enquanto dados menos críticos podem ser migrados para a nuvem por razões de flexibilidade e custo.

Basear as diretrizes em normas e/ou padrões internacionais: As normas internacionais de data centers como Uptime Institute, ICREA e IDCA são respeitadas por uma razão: elas funcionam! A adoção de tais normas garante, a seu público, a confiança de que ele está em boas mãos.

Focar nas aquisições de equipamentos de climatização especializados para data centers: Está comprovado que os equipamentos de ar condicionado de precisão que são projetados para data centers são mais eficientes, mais rentáveis no longo prazo e mais seguros por terem alta confiabilidade.

Verificar as certificações antes de investir em equipamentos de gestão térmica: Assegure-se de que seu equipamento de refrigeração está certificado por uma entidade de prestígio como AHRI (Instituto de Ar condicionado, Aquecimento e Refrigeração) ou verificar se o implementador da solução conta com certificação ISO. Desta forma, se assegura a alta confiabilidade do data center.

Aplicar um enfoque eco amigável a todas as etapas, soluções e equipamentos: É crucial que todo data center seja amigável com o meio ambiente, como por exemplo avaliar o uso de fontes de energia renováveis e implementar free cooling, que permite aproveitar a temperatura exterior para resfriar equipamentos e economizar até 40% em custos com energia.

Realizar uma prova de idoneidade do equipamento: Os equipamentos de um data center têm um alto valor. Qualquer vendedor sério deve ser capaz de dar-lhe um teste presencial na fábrica antes da compra do equipamento, ou levá-lo a visitar outros data centers onde se utiliza a mesma tecnologia.

DCIM requer alinhamento interno: A Gestão da Infraestrutura do Data Center (DCIM em inglês) tem grande potencial para aumentar a eficiência operacional e disponibilidade, mas requer uma revisão dos processos e um compromisso de toda a equipe de TI e de usuários. Assegure-se que os diferentes membros da equipe estejam alinhados antes de implementar o DCIM.

Seguindo essas nove recomendações haverá uma excelente proteção de sua informação crítica, o que permitirá que a informação sempre esteja ao seu alcance e disponível para os usuários.

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