sábado, abril 03, 2021

O que é Power BI?

O Power BI é uma ferramenta de Business Intelligence da Microsoft. O principal objetivo do software é coletar informações de vários lugares, como Excel, web, redes sociais e outros bancos de dados.

Em resumo, é uma junção de vários serviços para analisar um negócio, entregando informações confiáveis e relevantes, que podem ajudar na tomada de decisões de uma empresa.

Veja quais são as alternativas power bi da Microsoft.

Para quem tem interesse pela ferramenta power bi da microsoft, existem alternativas no mercado muito boas. | Imagem: Unsplash, Alex Carmona.

Vantagens

A ferramenta promete ser uma ótima aliada das empresas que precisam organizar um grande número de dados e informações. Vamos conhecer mais a fundo as vantagens do Power BI?

Ganho de tempo e produtividade

Diversas tarefas são automatizadas com a ajuda do Power BI, então o ganho em tempo e, consequentemente produtividade são realmente um ponto positivo. É claro que essa vantagem não elimina a necessidade de uma pessoa para analisar esses dados, mas com certeza seu tempo será gasto de uma forma muito mais eficiente.

Centralização de informações

O Power BI centraliza todas as informações, diminuindo o risco de deixar algum dado importante de lado, o que pode afetar diretamente em vários cenários.

Pode até ser possível reunir todos esses dados manualmente, mas é um trabalho imenso e que está propenso a muitas falhas, principalmente humanas. Nesse sentido, o Power BI representa uma super vantagem.

Desvantagens

O Power BI é uma ótima ferramenta, mas isso não o isenta de ter algumas falhas e desvantagens. Dá uma olhada em alguns exemplos:

Limitação na quantidade de dados processados

Para empresas de pequeno e médio portes, o Power BI pode ser satisfatório, mas para empresas maiores existem algumas limitações no número de dados a serem processados, pois a capacidade da ferramenta é reduzida.

Validação dos dados

Outra crítica dos usuários diz respeito à validação dos dados, já que o Power BI não interpreta essas informações, apenas as coleta.

Se você inserir um dado errado na ferramenta, não é possível corrigir no mesmo ambiente, é preciso voltar à etapa anterior de inserção desses dados. Isso exige muito mais atenção e o processo pode sofrer com falhas humanas.

Usabilidade

Qualquer pessoa que conhece os produtos da Microsoft sabe que eles não são muito amigáveis em termos de usabilidade. Se você tem nível avançado no Excel, talvez consiga mexer no Power BI com mais facilidade. Se o máximo que você sabe é fazer uma fórmula simples de soma, certamente encontrará dificuldades.

A desvantagem da usabilidade merece uma atenção extra, já que ela pode se tornar um grande problema dependendo de quem for usar a ferramenta. Reduzir a produtividade de um colaborador por conta de uma ferramenta é algo preocupante e que deve ser evitado ao máximo.

Existem alternativas?

 

Veja como procurar alternativas do power bi.

Veja alternativas de Power BI para potencializar a sua software house. | Unplash: Christine Donaldson.

Com certeza! Identificando possíveis falhas de outras tecnologias, muitas empresas desenvolveram ferramentas semelhantes ao Power BI com diferenciais que podem realmente ser grandes aliados.

PlugDash

PlugDash é uma alternativa bastante interessante ao Power BI, principalmente se sua questão é com a usabilidade. A ferramenta é prática, intuitiva e compatível com todas as linguagens de programação. E as vantagens não param por aí! Quer saber mais? É só continuar a leitura!

Simplicidade

Uma ferramenta não precisa ser complicada e confusa para ser eficaz. Com o PlugDash, o usuário vem sempre em primeiro lugar, já que a tecnologia serve para ajudar, não para dificultar.

Além de ser intuitivo, o PlugDash é bonito e o ambiente é agradável. É tudo muito limpo e a interface só apresenta as informações necessárias de acordo com as demandas do usuário.

White Label

O conceito de White Label significa que você pode personalizar o software com o nome e a identidade visual da sua marca, deixando a ferramenta com a cara do seu negócio. Isso deixa o software muito mais amigável.

Versão Mobile

Não é novidade para ninguém que o mobile veio para ficar e não dá mais para ignorá-lo. O PlugDash tem sua versão mobile, o PlugMobile, que leva todas essas facilidades e vantagens ao celular. Não é mais preciso ficar preso a um computador para ter acesso às informações que o PlugDash fornece. Muito legal, né?

Atualização em tempo real

As atualizações dos softwares podem ser um fator limitante, já que a dinâmica do dia a dia não pode esperar o tempo das atualizações programadas. Isso não é um problema pro PlugDash, já que as atualizações acontecem em tempo real. Piscou, atualizou!

Fácil integração

Todo o processo pode ser feito em até 4 horas, via banco de dados ou via arquivos de texto. O processo é simples: as informações serão transmitidas do seu sistema para a nuvem, e dela para o PlugDash. E tudo isso com uma equipe à disposição para suporte. 

Viu só quanta vantagem? Vale a pena olhar com carinho para o PlugDash como uma alternativa ao Power BI.

A história do Firebird

 O Firebird é derivado do código Borland InterBase. Quando efetuado a abertura de seu código na versão 6.0, mesmo distribuindo o código fonte do InterBase, a Borland anunciou a continuidade no desenvolvimento de versões comerciais do produto. 

O fato de novas versões serem lançadas com código fonte fechado, trouxe desconforto no relacionamento entre a comunidade Firebird e a Borland. Após o lançamento do InterBase 6.5 e 7.0 (ambos comerciais).

Alguns programadores, em associação, assumiram o projeto de identificar e corrigir inúmeros defeitos da, até então, Interbase 6.0. E nesse contexto, surgiu o Firebird 1.0 em 25 de Julho de 2000A versão mais recente estável é a 3.0, lançada dia 19/Abril/2016.

Aqui a linguagem SQL (Structured Query Language) é utilizada de maneira relativamente parecida entre os principais bancos de dados relacionais do mercado.

Por que Firebird é o querido?

Por ele ter nascido de códigos desenvolvidos da Borland. Muitos desenvolvedores utilizavam Interbase como uma versão acessível e conhecida para aplicações Delphi (linguagem da Borland na época).

Nesse contexto, foi fácil disseminá-lo entre os DEVs que utilizavam a mesma linguagem, ou seja, funcionou como uma ponte migrando para outras linguagens que possuíam o mesmo princípio visual. 

Era real, existia um banco de dados de fácil instalação, configuração e com arquivo único, até mesmo, sem dispor de muita segurança. No início dos anos 2.000 havia uma ascensão do mercado ERP, vários conceitos estavam sendo aplicados, como: serverless, escalabilidades e metodologias. Mas será que havia espaço para o conceito cloud ?

A maior preocupação nesta fase, estava no visual, ou seja, com o recém-lançado Windows XP. As maiores Software Houses da época começaram em larga escala a conversão de seus sistemas integrados baseados em DOS (como Clipper e COBOL), que não trabalhavam com banco de dados relacional. 

Naquele momento, a maioria trabalhava apenas arquivos de dados, ou seja, estavam prestes a perder mercado para Software Houses que já estavam nascendo com sistemas tão elegantes e de fácil operação, como o Windows XP.

Pontos para ficar de olho no Firebird

Um desenvolvedor cria um banco de dados (e, normalmente, um aplicativo cliente que o acompanha) para instalação em locais remotos. Nestes locais, é natural que ao menos uma pessoa da empresa tenha acesso irrestrito ao computador no qual o servidor Firebird será executado – para poder comandar tarefas como backup’s e manutenção. Ou seja, o acesso direto aos arquivos permite que se ganhe acesso completo e irrestrito a toda a informação das tabelas (dados e metadados).

Nestes casos, o desenvolvedor pode não confiar que os usuários deste local respeitarão a propriedade intelectual que este banco de dados representa. Então, fica o receio de que o usuário faça a engenharia reversa do banco de dados por interesse próprio, ou que não haja, neste local, uma preocupação real em manter seguros os arquivos a acesso de terceiros.

Contras do Firebird

Algo que o Firebird deixa a desejar, é o seu controle de acesso simples. O procedimento padrão para toda instalação, mostra que não há muita preocupação com esse ponto.

Além disso, o Firebird não oferece nenhuma facilidade integrada de encriptação. A resposta simples às questões de segurança é que isto não pode ser feito com as atuais capacidades do Firebird. Se um usuário tem acesso direto ao arquivo, também terá acesso irrestrito às informações dele.

Existe apenas uma solução possível para esses problemas: armazenar o banco de dados em seu próprio computador e usá-lo como servidor remoto. Dessa forma você permite que os clientes conectem-se ao banco através da internet. Terminal server (Windows ou Linux/Unix) é uma alternativa interessante para implementar esta estrutura.

Desta forma, você fica com o controle sobre o arquivo de banco de dados e pode restringir o acesso às suas informações, ou seja, começa aqui um problema de escalabilidade.

Veja como o modelo firebird se comporta atualmente.

O modelo de servidor Embedded Firebird por ser muito leve e permitir ser executado em praticamente qualquer tipo de dispositivo

Servidor Firebird Embedded

Há uma versão especial do servidor Firebird chamada de “embedded”. Esta versão é, na verdade, uma biblioteca cliente especial, que inclui o servidor em si. 

Quando um aplicativo chama essa biblioteca, ela carrega o servidor e permite acesso direto a qualquer banco de dados do computador local. Dessa forma, não usa o banco de dados de segurança. 

O nome de usuário especificado durante o “logon” (não existe autenticação de senha) é utilizado para gerenciar o acesso aos objetos do banco de dados (por permissões SQL), mas se este usuário for SYSDBA (ou o dono do banco de dados), então, o acesso irrestrito é possível.

As características do servidor embedded são úteis a desenvolvedores que querem criar aplicativos monousuários simples de se distribuir e que não requerem muita segurança.

Dessa breve descrição, pode parecer que ter um aplicativo com servidor embedded instalado em um servidor que esteja armazenando outros bancos de dados possa representar um grave risco à segurança. Mas na realidade, o risco não seria maior se o servidor embedded não existisse.

Adaptando o modelo Firebird o mercado Atual

Transformando a aplicação como sendo o próprio servidor utilizado da sua configuração Embedded, neste ponto podemos trabalhar com um modelo de aplicação independente e offline, muito utilizado para rodar em Smartphones.

Perfeito para pequenas aplicações que não necessitam de uma alta disponibilidade e um número elevado de usuários, sendo uma excelente escolha para criar catálogos de demonstração de produtos, agendas ou pequenos utilitários.

O modelo de servidor Embedded por ser muito leve e permitir ser executado em praticamente qualquer tipo de dispositivo, minimiza os problemas de distribuição, escalabilidade, e configuração das pequenas aplicações, tornando-se a solução ideal para apresentações de software e pequenas aplicações.

Aplicações embarcadas está em crescimento relativamente alto, ainda mais com o preparo para o mobile, outro tema muito importante na comunidade. Desenvolver uma aplicação embarcada faz com que o seu software seja capaz de ser executado em qualquer tipo de dispositivo, dispensando a instalação, configuração, distribuição de arquivos e muitas outras etapas. 

A princípio pode parecer complicado, afinal, imaginando esse cenário: o que, necessariamente, devemos mudar ou configurar em nossa aplicação para que seja possível gravar dados em dispositivos portáteis? A resposta para essa pergunta é, nada. 

Toda a característica de Embedded, neste caso, concentra-se no servidor de banco de dados que suporta este recurso. Claro que para desenvolver aplicações embarcadas, poderíamos fazer a persistência dos dados em arquivos .txt ou .xml ou Json localmente.  

Ou então, outro conceito mais utilizado para aplicações Mobile é o SQLite, e depois atualizado por API concentrado em um Banco Online com escalabilidade para concentrar todas as informações, com toda segurança exigida atualmente.

Mas estamos falando de um conceito ainda reutilizado desde os anos 2000, no qual foi aderido muito bem no cenário da época.

É possível ter escala e fácil usabilidade em bigdata com Firebird ?

Apesar de não ser o DB favorito para isso, e nem o mais fácil, para isso, sim é possível, mas se prepare para as dores de cabeça.

Seu funcionamento em 64 bit foi apenas liberado a partir da versão 3.0, e após isso que apenas estamos conseguindo medir sua performance, em ambientes desse porte, até então pouquíssimas empresas se aventuram em Big Datas, utilizando Firebird.

Seu sistema de segurança não é dos mais seguros, e seu sistema de integridade de dados menos ainda, é muito comum, trombarmos em rotina de empresas de alta performance, bancos que não tiveram seus commits encerrados adequadamente, quedas de energia, perda de índices corrompidos em sua estrutura de tabela, todos pontos simples na maioria da empresa, mas que derrubam a integridade de seu arquivo, o deixando corrompido.

Para restaurar um banco, Firebird, utilizamos um processo chamado de Backup / Restore, podendo eliminar campos corrompidos, desligando índices obrigatórios, para depois, eliminar os registros manualmente, e assim,  recuperar todo seu conteúdo restante.

Mas não é um trabalho dos mais rápidos, já tive experiência de trabalhar com bancos de 10 gigas, no qual um processo de backup levou 1 hora! E depois o restore mais 1 hora, então agora vamos escalar 1h a cada 10g, e chegarmos a um banco de 100 gigas, como seria esta realidade?,

Se sua sensibilidade de corrompimento te coloca em uma prática relativa a este concerto no mínimo 1x por mês, será que ele ainda é viável para sua aplicação? Evitar a sensibilidade do Firebird, é mais dificil, porém trabalhar no tempo de resposta a sua reabilitação, pode ser o caminho.

O Firebird disponibiliza uma ferramenta pouco conhecida ainda entre os fãs deste DB, e ela pode ajudar muito na sua reputação, é o “Backup Incremental”, feita a partir do Backup, já vi exemplos publicados pela IBSurgeon (empresa Russa especializada em administração de Firebird), eles demonstram bancos facilmente gerenciáveis de 450 gigas, algo impensável com Firebird! 

No caso, os backups incrementais são quebrados, por mês, semana, dia, hora, isso fragmenta seu banco de dados separadamente pela proporção de dados de cada intervalo, quebrando os tamanhos, ou seja se vc tiver um corrompimento, provavelmente será no intervalo de 1 hora que seria onde efetivamente o fluxo de atualização estaria constante.

Em um banco desse tamanho, apenas 1 hora de dados, recuperar e levantar isso proporcionalmente a 450 gigas, já se torna algo muito mais viável, talvez não para uma aplicação mobile, mas para uma aplicação server, com certeza.

sexta-feira, abril 02, 2021

Como a LGPD pode ser aplicada em pequenas e médias empresas?

Você já ouviu falar na LGPD? É uma lei que entrou em vigor ainda em agosto de 2020, e já está causando bastante alvoroço no mundo corporativo, uma vez que muita coisa terá de mudar na forma como os dados são coletados, tratados e armazenados.

Como ficam as pequenas e médias empresas nesse cenário? Quais os impactos que sofrerão quando a lei começar a valer? Como se adequar à essa nova realidade? É o que trataremos nesse artigo. Fique conosco e saiba mais sobre o assunto!

O que é a LGPD?

Na era da transformação digital, já ficou provado que os dados e as informações valem mais que petróleo. A disputa por saber hábitos de consumidor, assim como sua forma de vestir, comer, usar seu tempo livre e até de pensar, já foi tema de filme, mas não é ficção.

Desde o escândalo com a Cambridge Analytica, o mundo todo ficou perplexo com a forma como inocente fotos e comentários em redes sociais são manipuladas, em vários sentidos. Assim, países europeus passaram a criar regras para o uso de dados da população, afinal, eles são pessoais.

Inspirando-se no Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia (GDPR – General Data Protection Regulation), o Brasil passou a fazer parte do grupo de países que estão adotando medidas para proteger os dados, inclusive porque também estávamos na mira da Cambridge Analytica.

Assim surgiu a Lei 13.709/18, Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, mais conhecida por sua sigla, a LGPD que veio para proteger nossos dados, privacidade e liberdade de expressão com bastante austeridade, pois as penalidades para quem infringi-la são bem altas, 2% do faturamento, podendo chegar a 50 milhões de reais.

Dessa forma, vale a pena saber quais mudanças devem ser implementadas nas organizações, a fim de seguir todas as normas à risca.

Sobre os dados

Para fins dessa legislação, dados são informações pessoais que possam nos identificar de alguma forma, como nome, RG, endereço. Além disso, ainda existem os considerados Dados Sensíveis que remetem à saúde, convicção religiosa, política, filosófica, racial ou étnica, por exemplo.

Exatamente por serem de cunho particular, os dados só poderão ser tratados com o consentimento do titular. Ademais, será direito ter acesso às formas como essas informações estão sendo tratadas.

No caso dos Dados Sensíveis, ainda terão de ser mencionados, além da forma, qual a finalidade do uso de tais informações. Em se tratando de crianças e adolescentes, apenas com aprovação de um dos pais ou de representante legal. Fica o alerta para escolas e creches.

Ainda que haja o aceite por parte dos titulares ou representantes legais, ele pode ser revogado a qualquer momento que desejarem. Com certeza, você deve estar se perguntando como isso, de fato, alterará a vida da sua empresa. Vamos lá!

O que ela muda na vida das empresas

Conscientização. Se é algo que terá de ser trabalhado em todos os níveis hierárquicos das empresas, de todos os portes e segmentos, é a respeito da seriedade com que as informações terão de ser tratadas de agora em diante.

Conscientes de que os dados armazenados tem caráter pessoal e pertencem aos seus donos, o fato de não serem simplesmente deixados em planilhas com livre acesso a qualquer um e à mercê de ataques hackers, já será um grande passo. A partir daí, outras medidas têm de ser tomadas.

Grandes empresas já usam criptografia, firewall em suas operações e tem uma série de sistemas, controle e fluxos de trabalho que, sabendo da lei, já vinham se adaptando.

O problema é que a LGPD não fez distinção sobre diferentes procedimentos de acordo com o porte da empresa. Logo, pequenas e médias empresas precisam ter cautela para não serem surpreendidas com multas que simplesmente fechariam as levariam à falência. Então, como a LGPD pode ser aplicada em pequenas e médias empresas?

Impacto para pequenas e médias empresas

No total, o Brasil tem hoje 19.140.584 empresas ativas, levando-se em conta todos os portes e segmentos. Todas elas são atingidas pela LGPD.

Não importa se sua empresa é uma loja de cosméticos em um bairro, um consultório ou uma escola de idiomas, por exemplo. Planilhas, registros manuais, banco de dados, anotações, todos terão de ser gerenciados de outra forma.

Tudo o que dissemos até aqui é válido para as pequenas e médias empresas. Independentemente do que faz e de seu tamanho, precisará se adequar à nova legislação.

Olha o que diz a Lei sobre o que é tratar dados, de que tanto falamos até o momento: “toda operação realizada com dados pessoais, como as que se referem a coleta, produção, recepção, classificação, utilização, acesso, reprodução, transmissão, distribuição, processamento, arquivamento, armazenamento, eliminação, avaliação ou controle da informação, modificação, comunicação, difusão ou extração” (art. 5º, XII).

É bastante coisa, não é mesmo? Como fazer, então? Veja essas 12 dicas práticas que separamos para você:

1.Conscientizar seus colaboradores é primordial;

2.Instalar sistemas de firewall, antivírus e criptografia nos computadores;

3.Elaborar uma política de privacidade na empresa e compartilhar com os colaboradores;

4.Proteger dados de colaboradores e clientes com senhas, o que inclui folha de pagamento e contratos de prestação de serviços;

5.Fazer uso de softwares para gerenciar os dados;

6.Investir em sistemas de segurança;

7.Cuidado com compra de mailings. Essa prática cada vez mais tem se mostrado ilegal;

8.Elabore uma autorização de armazenamento de dados para seus clientes assinarem, especificando o uso que fará deles;

9.Armazene somente dados mínimos necessários para a operação do seu negócio. Exclua tudo o que não precisar;

10.Envolva todos os departamentos da empresa, capacitando-os a respeito do assunto: RH, marketing, comercial, financeiro etc.;

11.Mude a senha do seu wi-fi periodicamente;

12.Tenha cuidado com xerox, cópias e papéis jogados no lixo.

Se você tiver dúvidas de como proceder, não hesite em procurar ajuda especializada, principalmente na área de tecnologia.

Somos uma empresa de TI pronta para ajudar pequenas e médias empresas a se adaptarem, de modo a implementar soluções que visem cumprir as regras estabelecidas pela LGPD.

Além disso, fazemos consultoria de TI, proporcionando resultados positivos com informações precisas sobre o negócio como um todo, o que garante tomadas de atitudes mais ágeis e assertivas.

Fontes:

Filme - https://www.tecmundo.com.br/cultura-geek/144352-netflix-explica-caso-cambridge-analytica-privacidade-hackeada.htm

Cambridge https://www.theguardian.com/news/series/cambridge-analytica-files

https://www.sympla.com.br/os-impactos-da-lgpd-para-as-micro-e-pequenas-empresas__572682

 

O impacto que a virtualização de servidores traz para a TI do seu negócio

Backups e manutenção simplificados

O impacto que a virtualização de servidores traz para a TI do seu negócio está ainda na simplificação dos processos de backup e manutenção. Logo de cara, é notável como a primeira atividade pode ser executada de forma rápida e segura com a virtualização.

O versionamento ocorre em um único processo, e os dados ficam armazenados no mesmo local que o sistema, tornando o processo mais simples e ágil. Cabe ressaltar que não importa onde o backup será feito. Pois, mesmo se forem utilizadas mídias externas, o procedimento se desenvolverá de modo descomplicado.

Com relação aos backups também é positivo o fato de que máquinas virtuais podem ser restauradas muito mais rápido do que as físicas. O resultado é que a recuperação de desastres se torna mais eficiente. Você pode, inclusive, usar réplicas dos seus servidores para simular panes.

Além de facilitar a preparação para eventualidades, o impacto que a virtualização de servidores traz para a TI do seu negócio, como dissemos, está também ligado à manutenção. Um Data Center físico é algo complexo de se manejar. É preciso monitorar o desempenho do hardware, realizar manutenção constante e manter o ambiente bem refrigerado.

Estas preocupações acabam sendo reduzidas quando os servidores são virtualizados. Primeiro, devido à centralização de dados em uma única máquina ou interface. Os cuidados técnicos continuam sendo necessários, mas neste caso, ficam simplificados. Em grande parte, porque não será necessário cuidar de uma infraestrutura física complexa.

Melhor aproveitamento de espaço físico e redução de custos operacionais

Alocar servidores físicos em uma empresa demanda espaço. Geralmente, trata-se de uma sala inteiramente dedicada ao equipamento e muito bem refrigerada. Ao virtualizar estes componentes, a necessidade de reservar locais exclusivos para o hardware deixa de existir. Sendo assim, o seu negócio ganha mais espaço.

A infraestrutura de TI continua existindo, mas de uma forma mais enxuta, já que várias instâncias podem ser executadas a partir de uma mesma máquina. E não são apenas os recursos materiais da empresa que podem ser remanejados com este investimento. Os colaboradores também ficam livres para outras atividades.

Por esse motivo, o impacto que a virtualização de servidores traz para a TI do seu negócio acaba sendo percebido nos custos. Normalmente, para não prejudicar o desempenho do hardware, é necessário investir em refrigeração para manter a temperatura ideal.

O mais comum é que este processo seja feito com ar-condicionado, o que gera um gasto significativo. Quando o servidor é virtualizado, no entanto, este custo fixo é praticamente eliminado. Em primeiro lugar, porque o número de máquinas necessárias na empresa diminui.

Em segundo, porque os servidores estão entre os itens que demandam mais cuidados, e reduzindo a sua presença, o manejo do ambiente se torna simples. Todos os gastos indiretos também são impactados por esta mudança. Portanto, conta de luz e investimentos em manutenção e reposição de peças deixam de pesar no orçamento da empresa.

Escalabilidade e disponibilidade de recursos

Muitas vezes, quando uma empresa cresce, a infraestrutura de TI acaba não atendendo mais às demandas que vão surgindo. Para tornar a situação ainda mais complicada, os investimentos necessários para adequar o hardware à estas necessidades são elevados. Tal situação pode acabar prejudicando o desenvolvimento da organização.

Se virtualizamos, por outro lado, ganhamos em escalabilidade. Ou seja, podemos expandir os recursos disponíveis para atender à crescente demanda. Este é o impacto que a virtualização de servidores traz para a TI do seu negócio. Por fim, vale lembrar que a disponibilidade nestes casos é muito maior.

Sobretudo, porque em momentos de reparo e manutenção é possível replicar a máquina que está ocupada. Por essa razão, até mesmo em situações de pane o seu sistema se mantém disponível. Como você pode ver, o impacto que a virtualização de servidores traz para a TI do seu negócio não é pequeno, e pode elevar o seu potencial competitivo.

sábado, março 27, 2021

SISTEMA GESTÃO INTEGRADO (ERP)

 


INDÚSTRIA, COMÉRCIO, DISTRIBUIÇÃO E SERVIÇOS

A Atak está no mercado de Sistemas de Gestão Empresarial, com soluções específicas para indústrias, comércio, distribuidoras e de serviços integrando cada processo de suas operações.

RESULTADOS  – Os resultados que são precisamente dimensionados, em tamanho e custo para seu negócio.

ESCABILIDADE – Você pode começar pequeno e expandir a utilização das nossas soluções com rápida implementação, conforme sua necessidade.

FLEXIBILIDADE – Cada solução é definida para os processos e desafios específicos de sua empresa. Desta forma ela se adapta na maneira pela qual você faz seu negócio. Fornece diversas funcionalidades, construindo uma série de soluções para sua empresa e ajudando você adotar as melhores práticas do mercado.

SISTEMA GESTÃO INTEGRADO (ERP)

O sistema da Atak é versátil, completo e especialista na informatização do seguintes módulos:

  • Financeiro;
  • Contabilidade;
  • Escrita Fiscal;
  • Controle Bancário;
  • Compras;
  • Vendas;
  • Outras entradas e saídas;
  • Controle Patrimonial;
  • Call Center (CRM);
  • Logística;
  • Comércio Exterior;
  • Produção;
  • Estoque.

terça-feira, julho 28, 2020

Melhores Editores de Códigos

Vamos a uma listagem de alguns dos melhores editores de texto para programadores:

Atom


Atom editor de texto

Seria muito injusto não deixar o Atom como o primeiro desta lista. O motivo é simples: Ele é fantástico.

Gosto muito dele por causa de sua simplicidade, de ser software livre, altamente customizável e bem “leve”.

O Atom possui vários pacotes que podem ser instalados para diversas linguagens de programação, para checar sintaxe, erros, etc. Além disso, possui diversos temas para você deixar com uma cara diferente. Um editor muito bom, de alto nível.
Prós
Interface leve
Altamente customizável
Grátis 100%
Suporte a muitas linguagens
Contras
Um pouco complicado para instalar temas e pacotes


Sublime


Sublime editor de texto

Este era o meu preferido por muitos anos. É muito bom, completo, do mesmo nível que o Atom. Porém ele não é 100% gratuito então você terá que desembolsar alguns dólares para isso (na faixa de US$ 80).

Fora isso ele é um software muito bom, e você pode usar na versão “grátis” por um tempo, mas ele ficará exibindo uma mensagem dizendo para você comprar, o que realmente irrita. Até que você pega a manha e fecha quase que automaticamente esta mensagem, hahaha.
Prós
Interface simples
Customizável
Grátis para testar
Contras
US$ 80,00 (Eu acho um bom contra)



Notepad ++


Notepad Plus – Editor de texto

Este é um editor das antigas, um pouco mais simples que os anteriores, porém muito simples e útil para o dia-a-dia.

Ele tem a cara do Notepad padrão do Windows, com algumas funções a mais, como funções e plugins. Também é bom para arquivos grandes, tem uma resposta muito rápida com eles e dificilmente trava.
Prós
Similar ao Notepad do Windows
Rápido para processar
Trabalha com arquivos grandes
Suporte a plugins
Contras
Não tem as mesmas funções e opções dos anteriores
Poucas opções para agilizar o desenvolvimento


Bluefish


Bluefish editor de texto

Outro editor de textos muito bom e rápido. Possui suporte para diversas linguagens de programação incluindo marcações de checagem de sintaxe.

Tem muitas funções, acredito que até demais. Quando você abre ele, realmente pode não saber ao certo por onde começar. Mas é tudo questão de acostumar-se.

Se gostar e começar a aprender, você irá se dar bem com ele, pois é muito poderoso.
Prós
Muitas funções
Rápido
100% grátis
Checa sintaxe de programação
Contras
São muitas opções que chega a deixar com medo
Um pouco complicado para aprender a utilizar 100% dele

Conclusão

Todos os citados acima são muito bons, procurei nesta lista colocar os mais completos e melhores para programar.

Qualquer um que utilizar, estará bem equipado para seu desenvolvimento.

Eu particularmente utilizo bastante o Atom por uma questão de costume mesmo. Deixo algumas menções de editores muito bons mas que não utilizo tanto.


VIM
Visual Studio Code
Brackets
Light Table

Quando o USB 3.0 não funciona

O USB 3.0 já é um padrão relativamente antigo nos computadores e desktops. Eles normalmente são diferenciados por sua cor (azul) no conector do computador.


Na maioria dos casos, o USB 3.0 está disponível em uma ou duas portas no computador, as outras normalmente são todas do padrão 2.0 (ou até 1.1 – Mais comuns nas portas frontais dos gabinetes)


A grande diferença em questão de funcionamento dos USB 3.0 para os 2.0 ou 1.1 é a necessidade dos drivers. Drivers são programas que fazem a ligação entre Hardware e Sistema Operacional, ou seja, o programa que faz seu Windows identificar a porta USB 3.0.




Ele é totalmente compatível com as os dispositivos USB 2.0 e 1.1, ou seja, você pode conectar seu HD Externo USB 2.0 em um Controlador 3.0 que ele irá funcionar. Aliás, isto é uma característica da informática, todo dispositivo mais novo é criado com uma compatibilidade a sua versão anterior (quase 100% das vezes)


Pen-drives são (praticamente todos) USB 2.0 e os HDs externos que não tiverem nenhuma especificação (ou sem o cabo azul) também são dispositivos USB 2.0

Em alguns casos não funcionam antes do carregamento do Windows (Na BIOS)

Necessita de Driver para funcionamento. Normalmente o Windows 10 já vem com estes drivers pré-instalados, dispensando a necessidade de instalação manual.

Porém em alguns casos do próprio Windows 10, os controladores USB 3.0 não são reconhecidos, ficando inutilizáveis. E principalmente nas versões do Windows 8, 7, Vista ou XP.

Nestes casos é necessário instalar o Driver correspondente da sua placa (controladora USB)
Identifique seu controlador USB 3.0

Identificador do Chipset (para ver se é da Intel – Execute o programa como Administrador).

domingo, julho 26, 2020

Quais os principais ataques cibernéticos e que sinais emitem?

Entre os ataques mais comuns contra a segurança da informação podemos citar os DDoS, ransomware, trojans, ataque de brute force, phishing, adware, entre muitos outros. Cada um desses ataques apresenta comportamentos em direções diferentes, afetando partes específicas de uma estrutura.

Sendo assim, alguns desses programas são direcionados para ataque ao usuário final, enquanto outros são direcionados para causar danos diretos ao servidor. Dentre esses ataques alguns ficam mais evidentes do que os outros. Por isso, é preciso observar os sinais que revelam mais sobre o que pode estar acontecendo com o sistema e qual o tipo de ameaça está sendo enfrentada.

Vamos citar o exemplo de um ataque DDoS. Essa invasão pode ser caracterizada por uma lentidão na rede ou até mesmo a queda da aplicação. Esse é um exemplo de um sinal objetivo que pode ser identificado por qualquer usuário que utiliza um sistema de maneira constante e que, portanto, percebe as diferenças na execução das suas atividades mais facilmente.

Porém, existem alguns ataques com sintomas mais sutis que podem ser associados a outros problemas corriqueiros, não sendo imediatamente caracterizados como vírus ou outro ataque cibernético. Exemplos dessa situação são os malwares e os trojans, que têm como “sintoma” uma lentidão no sistema operacional.

Como essa lentidão pode ser ocasionada por vários fatores diferentes, como falta de espaço em disco rígido, memória RAM limitada ou dias com picos de acesso, isso acaba tornando o diagnóstico mais difícil de ser realizado, principalmente para os usuários comuns sem um conhecimento mais técnico em TI.

Portanto, cabe ressaltar que cada ataque tem sua peculiaridade, não existindo uma forma geral de identificar quando está ocorrendo ou que o sistema em uso já esteja infectado. Por isso, é importante adotar medidas contínuas de prevenção e controle, como a análise periódica de máquinas (scan) por meio de programas antivírus, por exemplo.
Como as infecções acontecem e por que são bem-sucedidas?

Podemos afirmar que o principal motivo para que os ataques cibernéticos sejam bem-sucedidos está relacionado à política de segurança adotada pelas organizações. Quanto mais permissiva é essa política, maior é o risco ao qual os sistemas de informação estão expostos. Negligências nesse sentido podem levar a vazamentos e a complicações em relação à Lei Geral de Proteção de Dados, apenas para citar um exemplo.

No caso dos malwares, é muito comum que esses arquivos infectados sejam enviados diretamente ao usuário final por meio de mensagens de e-mail (geralmente de origem duvidosa). Depois de abertos, o vírus acaba sendo baixado e executado pelo próprio usuário como um “Cavalo de Tróia”.


Em um segundo momento, após a infecção e a identificação do ataque é possível tomar algumas medidas a fim de conter o potencial de dano. No caso de um ataque DDoS, é necessário mitigá-lo bloqueando os IPs de sua origem. Dependendo do tamanho da investida, é necessário bloquear rangers inteiros.

Outras situações envolvendo adware ou spywares são um pouco mais simples, bastando remover as pastas de instalações junto com os programas. No entanto, como já vimos anteriormente, cada ataque tem um comportamento diferente. Logo, é preciso verificar para cada caso específico qual a ação mais indicada.
Como proteger a sua empresa?

Para se proteger de ataques, a medida mais eficaz que as empresas devem tomar é investir em uma política de segurança forte. Como diz o ditado: “o melhor remédio para uma doença é não adquiri-la”, ou seja, é necessário que os gestores ajam de maneira preventiva. As políticas de segurança precisam ser adaptadas a cada empresa e definidas conforme a necessidade de cada departamento ou nicho de atividade.

De maneira geral, os principais pontos presentes nessa política envolvem a criação e monitoramento de regras para definição de senha, atualização periódica de softwares, a adoção de soluções antivírus, a definição de cronogramas de backups, a criação de vários níveis de acesso e a definição de diretrizes para acesso de cada tipo de informação.

Um dos principais pontos para manter um ambiente seguro é manter todos os softwares em sua “melhor versão”. Isso é fundamental, pois sempre que uma brecha de segurança é encontrada em um software o fornecedor dele trabalha para atualizá-lo e corrigir a sua vulnerabilidade. Corrigido o problema, a atualização correspondente é disponibilizada para os usuários.

Outro ponto importante é contar com o apoio de softwares de criptografia. A grosso modo, é uma tecnologia que permite que, caso as informações tenham sido vazadas devido a falhas de segurança ou de ataques cibernéticos, ainda assim se mantenham seguras e indecifráveis.

Sendo assim, softwares de criptografia vão dificultar o acesso de dados e informações valiosas. O uso da criptografia pode não impedir o roubo de um determinado dado, mas evita que esses dados sejam lidos e utilizados de maneira que prejudique a empresa.

É preciso também destacar a importância do investimento no treinamento dos colaboradores, a fim de mantê-los atualizados sobre as políticas de segurança adotadas pela empresa. O intuito dos treinamentos é disseminar as melhores práticas de segurança entre todos e garantir o combate contra os novos métodos de ataque que surgirem.

Afinal, a segurança da informação só pode ter êxito se os colaboradores estiverem cientes dos métodos de prevenção e alinhados na prática diária com aquilo que a política de segurança da empresa estabelece.a

Você sabe o que é VPN? Entenda e saiba como usá-la

Você sabe o que é VPN? 

A VPN é uma forma de tornar os dados online da sua empresa criptografados, o que garante muita segurança e privacidade. A gente sabe que o que se passa nos computadores da sua organização deve se manter longe do conhecimento de curiosos ou hackers. Por isso, se você compartilha dessa preocupação com a segurança dos seus dados, eu tenho certeza que você vai gostar de entender mais sobre a VPN.

Então, que tal conhecer mais sobre as possibilidades de criptografar as atividades online da sua empresa? Leia agora o nosso material sobre Virtual Private Network!
O que é VPN?

Você já deve saber que, ao entrar em um site ou utilizar a internet de qualquer forma, o provedor de serviços de internet ou, simplesmente, ISP, recebe a solicitação da ação e então redireciona ao destino desejado. O “pulo do gato” está no que acontece enquanto isso: na medida em que o seu tráfego ocorre, tudo o que é feito na internet pode ser visualizado.

Dessa forma, o comportamento da sua linha de internet pode ser oferecido e então acessado por diversos interessados, desde anunciantes até agências do governo. A privacidade da sua empresa faz parte das suas prioridades? Então, certamente você irá se interessar pela funcionalidade de uma rede VPN: criptogravação dos seus dados de rede.


Funcionamento da VPN

A ideia central da VPN, como comentamos antes, é criptografar os dados de navegação de internet e, dessa maneira, torná-los incompreensíveis para quem tenta acessá-los. Uma Virtual Private Network ou, em português, “rede privada virtual”, oferta uma rede de conexão restrita que protege as atividades online do usuário.

Além dos dados, o seu IP também fica protegido, já que, ao utilizar a VPN, o serviço substitui o Protocolo de Internet do computador para o endereço de IP do servidor remoto de VPN. Já deu para entender que a utilização dessa rede torna qualquer atividade muito mais segura do que usando um servidor público, certo?

Qual é a importância?

A VPN é uma das formas mais populares de acessar de maneira segura a internet, mas no Brasil ainda é raro ver negócios contando com tal estratégia. O que é um grande erro, justamente porque o que acontece nos computadores da sua empresa deve ser privado e protegido.

Pois bem, sabendo agora que ao implementar e utilizar uma VPN você fica livre de curiosos e hackers interceptando suas conexões e comunicações, já dá para ficar mais tranquilo e observar pontualmente os benefícios dessa implementação. Vamos lá?
Maior segurança e privacidade

Como estamos comentando desde o início deste post, a segurança e a privacidade são os principais benefícios de contar com a VPN no seu negócio. O que ocorre nos computadores do seu negócio só diz respeito a você e sua equipe colaboradora: a gente sabe que manter os dados privados é importante!

Contratando o serviço, os dados de navegação, histórico de acesso e hábitos de navegação se mantém restritos à sua rede. Os provedores, os compradores de dados e os governos estrangeiros não precisam — e não vão — descobrir o que se passa online na sua empresa.



Aumento de qualidade da experiência

Além da segurança envolvida nos processos via internet, o que também devemos priorizar é a qualidade na hora da navegação, questão que a VPN também auxilia. Ao utilizar esse serviço, você pode contar com menos redes e dados restritivos, o que torna a experiência com menos restrições e sem condições especiais de acesso.

Além disso, o sistema VPN também melhora a velocidade da internet, justamente porque ajuda o usuário a derrotar bloqueios de acesso e também a evitar qualquer congestionamento da rede acessada.
Possibilidade de trabalho remoto

Não pense que ao implementar a VPN na sua organização o acesso às funcionalidades do sistema se restringe ao endereço do seu negócio. Muito pelo contrário: os seus colaboradores podem acessar a rede em qualquer lugar, inclusive nas suas próprias casas.

Sabemos que o sistema home office está em alta e se você está pensando em introduzi-lo no seu negócio, pode ficar despreocupado: a conexão de cada endereço pode se manter tão segura quanto a da empresa.

Além desse caso, se você é um empresário que viaja muito e que está sempre frequentando aeroportos, ficará satisfeito ao saber que mesmo utilizando as redes públicas de aeroportos, mercados e praças de alimentação, é possível também garantir segurança de acesso.
Como implementar a VPN na empresa?

Você já deve estar convencido de que o sistema VPN é o melhor caminho para manter a privacidade, segurança e qualidade de acesso onde quer que você e a sua equipe estejam. Pois bem, agora nos resta explicar como é o processo de implementação de uma rede VPN.

A verdade é que o processo é bastante simples. Preparamos um passo a passo rápido de como você pode acessar a sua rede VPN. Não se esqueça de passar as informações corretas aos funcionários, assim toda a equipe pode aproveitar as funcionalidades. 

Veja agora a lista de como acessar e conquistar os dados criptografados:
encontrar e escolher a melhor parceria de contratação (leve em conta os valores de possíveis planos, atendimento, suporte ao cliente e se oferece as soluções necessárias para o seu negócio);
siga as instruções da empresa escolhida e baixe o app nos dispositivos preferidos;
selecione um dos servidores disponibilizados pela empresa (há parcerias que ofertam vários pontos de acesso espalhados ao redor do mundo);
siga os trabalhos e qualquer navegação na internet. Aproveite então o sentimento de confiança e privacidade que o sistema VPN possibilita.

Se a sua leitura chegou até aqui, você já sabe o que é VPN e como ele pode ajudar na sua empresa! Aproveite essa nova descoberta e siga os seus acessos e procedimentos online com a garantia de privacidade e segurança.

E então, o que achou da funcionalidade da rede VPN? Saiba que a nossa equipe está sempre buscando novas informações e formas de manter a sua experiência em constante melhoria. Para acessar todos os nossos conteúdos em primeira mão, assine a nossa newsletter e mantenha-se informado sobre o assunto!

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